Escrita em 1982, no contexto do envolvimento do Reino Unido na Guerra das Malvinas (1982), a canção emerge como um lamento anti-guerra. Na voz de Mark Knopfler, não há celebração do combate, mas o registro íntimo dos momentos finais de um soldado ferido que, diante da morte, já não fala de vitória, mas de despedida. Não há heroísmo; há desgaste e lucidez, e a fraternidade evocada pela canção nasce do risco compartilhado, não da harmonia.