Cães e humanos são mais parecidos do que imaginávamos, revela estudo sobre envelhecimento
Os mesmos sinais biológicos associados à longevidade e ao risco de morte em pessoas também aparecem em cães.
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Read MoreO microbioma humano moderno é muito diferente daquele que acompanhava nossos ancestrais há milhares de anos.
Read MorePartículas ultrafinas presentes na poluição atmosférica podem representar um risco especialmente elevado para pessoas com doenças cardiovasculares e outros grupos vulneráveis
Read MoreO comportamento dos jogadores durante a partida pode revelar alterações associadas à anedonia, um dos principais sintomas do transtorno depressivo maior.
Read MoreUm coração pode envelhecer, acumular danos e, ainda assim, continuar funcionando por séculos. É o que mostra um estudo sobre o tubarão-da-Groenlândia (Somniosus microcephalus), o vertebrado mais longevo conhecido, com cerca de 400 anos de vida.
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Read MoreO tubarão-da-groenlândia (Somniosus microcephalus) desafia uma ideia comum na biologia do envelhecimento: a de que viver muito tempo exige evitar os danos do tempo. Na verdade, esse animal, que pode ultrapassar 400 anos de vida, parece seguir um caminho diferente: ele envelhece, mas continua funcionando
Read MoreA confirmação de um caso de sarampo em uma bebê de 6 meses na cidade de São Paulo, na primeira quinzena de março, reacendeu o alerta das autoridades de saúde sobre a importância de manter altas taxas de vacinação no Brasil.
Read MoreUm estudo conduzido por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Davis revelou a estrutura detalhada de um complexo proteico essencial para a organização interna das células, com implicações que vão desde o tratamento do câncer até o melhoramento de culturas agrícolas.
Read MoreUm estudo publicado no periódico científico Journal of American College Health analisou dados de 64.988 estudantes universitários dos Estados Unidos, com idades entre 18 e 24 anos, para investigar a relação entre tempo de uso de redes sociais e percepção de solidão. A pesquisa identificou que mais da metade dos participantes relatou se sentir frequentemente solitária e que o aumento no número de horas semanais dedicadas às redes sociais esteve associado a maiores probabilidades de relatar esse sentimento.
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