Para mim, há algo profundamente simbólico no fato de que um dos mais contundentes defensores do pensamento crítico do século XX tenha sido um mágico.
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NOTÍCIAS
Humanos do Paleolítico desenvolveram sistema simbólico complexo 40 mil anos antes da protoescrita mesopotâmica
Um novo estudo sugere que, muito antes do surgimento da escrita formal na antiga Mesopotâmia, nossos ancestrais já desenvolviam sistemas simbólicos sofisticados que podem ter sido precursores da escrita.
Bateria ecológica à base de água pode durar séculos e impulsionar o armazenamento de energia sustentável
Pesquisadores desenvolveram uma bateria à base de água com materiais ecológicos e eletrólito neutro que, segundo testes em laboratório, pode teoricamente manter desempenho por mais de 120 000 ciclos de carga, o equivalente a mais de 300 anos de uso diário, e representa um avanço promissor para armazenamento de energia com menor impacto ambiental.
Espécies com ritmo de vida mais acelerado apresentam percepção visual mais rápida, mostra estudo
Um novo estudo publicado na revista Nature Ecology & Evolution mostra que o modo de vida de um animal, e não apenas sua fisiologia, influencia drasticamente a rapidez com que ele processa informações visuais e “vê” o tempo.
Brasil precisa zerar desmatamento para atingir Net Zero até 2050, aponta estudo
Um novo estudo publicado na revista Science of the Total Environment e apresentado em artigo no The Conversation Brasil aponta que o principal obstáculo para o Brasil cumprir sua meta de neutralidade de emissões de gases de efeito estufa (Net Zero) até 2050 é o contínuo desmatamento e a degradação dos biomas brasileiros, especialmente nos últimos anos.
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CALOR EXTREMO é RISCO REAL dentro de casa
Você já ouviu falar em pobreza de resfriamento?
Ela acontece quando pessoas não conseguem manter suas casas em temperaturas seguras durante o calor extremo. Não é só desconforto: é risco real à saúde.
O mágico que desmascarou fraudes paranormais e revelou algo sobre nós
Para mim, há algo profundamente simbólico no fato de que um dos mais contundentes defensores do pensamento crítico do século XX tenha sido um mágico.
E se tributássemos o que as pessoas gastam ao longo da vida e não o que ganham?
Discussões sobre impostos costumam aparecer como assuntos técnicos, quase restritos a especialistas. Mas, quanto mais me aproximo desse tema, mais claro fica que isso é apenas parte da história. Sob minha percepção, todo sistema tributário também é uma escolha moral e política, pois cada um revela quem cada sociedade acredita que deve sustentar o Estado, quem merece proteção contra certos custos e quem pode arcar com maiores custos coletivos. Foi a leitura de um artigo recente do economista brasileiro Marcelo R. Santos, professor sênior de Macroeconomia na Universidade de Glasgow, publicado no The Conversation Brasil, que me levou a considerar a pergunta que dá título a este texto.
Crônicas dos aguardadores da providência divina: entre a fé e a fome
Em certas passagens do Evangelho, é aconselhado agir com serenidade. Em Mateus 6:28-30, Jesus diz “observai os lírios do campo”, afirma que nem mesmo Salomão (rei rico e símbolo máximo de prosperidade) se vestiu como eles e conclui que, se Deus veste até a erva que logo perece, quanto mais vestirá os homens, a quem chama de “homens de pouca fé” por se angustiarem com o vestuário.
Humanos, enganados que não se recuperam do engano
Uma das tragédias silenciosas da condição humana não é o erro em si, mas a fidelidade que passamos a nutrir por ele. Errar é humano; persistir no erro, quando ele já se revelou como tal, é algo mais profundo, quase estrutural. Carl Sagan, em O mundo assombrado pelos demônios (2019), especificamente no capítulo “Obcecado pela realidade”, formulou essa ideia com brutal honestidade: depois que uma pessoa entrega poder sobre si a um charlatão – seja ele um líder, uma ideia ou uma narrativa que promete certezas fáceis –, ela quase nunca o recupera; não por falta de evidências, mas porque admitir o engano cobra um preço emocional alto demais.
VÍDEOS
Por que é tão difícil desmentir “fake news”? (#pingoColuna 1)
Por que é tão difícil desmentir “fake news”? (#pingoColuna 1)
O que o caso do cachorro ORELHA diz sobre NÓS
O que aconteceu com o cão comunitário Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis, Santa Catarina, em 4 de janeiro de 2026, não é apenas um crime contra um animal, mas um episódio que nos obriga a perguntar, para nós mesmos, que tipo de relação moral ainda conseguimos manter com aquilo que é frágil. Isso mesmo: “nós”. Porque pessoas fizeram aquilo, então a falha é humana.
